Extintos



A tempestade é uma representação de deus 
para aqueles que nele não acreditam
E eu não temo o tempo ruim

Quando sonho com seres brancos 

com coelhos pequenos de um mundo magico 
Dizem que são demônios que nos perseguimos 

Mas eu acho tudo tão insensato 
queria ter um aprendizado mais domestico 
em um mundo mais selvagem 
O que fiz com meus extintos 

A falta de convivência moral



Não vou dormir por que não consigo 
Minto pra meus amigos 
Estou com dor e não vou dormir 
não é pascoa é parte de mim 
Enquanto acordar for um vicio 

Eu quero ser viciado em acordar 
e não quero deixar as coisas pra traz
enquanto estou descansando 

Pena que não gostou de correria 
esperar faz parte da vida 
E falta de convivência comigo mesmo


Simbolo capitalista moderno.



Estado morto 

Pera ai quando isso ?
quando acordei ou dormi !
quando ressuscitei ou morri !

Não me seto em formigueiros 
não perco nada apenas dinheiro 
Já estive perto dos morteiros 
nunca estive em outro puteiro 

Há não ser aqui !

Sempre sinto uma falta enorme 
de algo que custa caro e não tenho carro 
e é raro não me senti um zumbi

Onde morro ou moro...
estarei morto sendo assim.





Ali mesmo .



Qual a graça de rir e não chorar 
E amamentar sem mostrar os seios 
O deleto de se deitar em qualquer lugar 
E achando um mundo que chamo de lar 
Qual e pergunto qual seria meu lugar ?


A demora do mundo pra quem não tem presas



Atraso é não correr 
e a vida se define de viver 
Mas as pedras do rio 
Parte a sonhar 
de um dia ...
Conquistar o ar 
o céu a seiva de uma arvore 
e nunca morrer 
Já que vai brilhar nas praia 
com areia gemas de seu ser 




Vida... mais e menos



A minha vida anda mais ou menos 
Para um sentido pouco bom
e menos ou mais esperado de aproveitar 
e mais sentido de se espera ganhar

Eu estou me arremetendo 
Muito mais para baixo 
muito menos para o lado que eu quero
Na vida não me refiro as células que me componham 
e sim da questão que as descomponham 

A vida 



A questão dos seres inotótios



Questionado pelo simples detalhe dos fundamentos do raciocínio ou pensamento comunicativo ao estimulo de ambiente em sua seleção natural das questões da evolução biológica e intelectuais e artística do homo sapiens. Eu falo de uma realidade hoje tão ínfima de suas bases naturais em nosso atual estado evolucionaria, da critica da fatalidade, do monótono e epifânico controle de seu meio ambiente graças a suas capacidades adquiridas através do raciocínio. Ao me tomar por tal tema tão empolgante que agora levado ao estremo filosófico de esta pensando sobre tão destaque da natureza ou melhor de sua relação da evolução e seu meio ambiente de sua faces em um  desdobramentos hostis. Assim contornados é depois dotado de um aspecto ético e construtivoda melhora de vivencia em seu meio ambiente como uma das síndromes da degeneração superadas; imaginei uma raça em um ambiente muito hostil que chegara ao estremo evolutivo do domínio de sua genética e seu ambiente de sua alimentação e sua cultura em geral um sere do sinônimo de evoluído. No imaginário é claro desse mundo onde tal raça tão evoluída e avançada se estimula em questões do cotidiano de seu seres vivente em um mundo tão brutal e hostil. Ao me resumir desta raça tão utópica que tem o domínio de seu ambiente e sua evolução que não é preocupado com questões filosóficas e nem éticas, especulando se da questão significativa de seu cotidiano de um ser assim considerado superior ao âmbito existencial de sua biosfera. Menciono um único ponto contrastante em tão utópica raça sua falta de  plasticidade definidamente de suas vontades um ser sem caprichos sem desejos apenas devotado ao estímulos de desdobamentos notórios. Estranha-me imaginar esses seres "zumbis" que vivem em pro de algo i-notório.  


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Minha mulher ...




você me faz bem
você me faz tão bem
e eu não deixo transparecer
somente quando me volto
e esqueço de dizer
que me completa
e hoje eu falte
e hoje você sabe
Uma grande falta

Por quer ?
você me faz bem
você me faz tão bem



Chuva forte



Tudinho parte de uma falta 
e lá vem o vento e a abundancia 
Uma distancia o que era antes 
enquanto nadinha sobra 

Damos uma enorme falta 
e nada alem de distancia 
Um nova especulação de antes 
enquanto nadinha sopra.



Para amanhã



Te determinação e saber que é sempre verão
não importando o mês
Que não se constrói uma nação 
sem trabalho ou cultura 

E mesmo que não faça 

nada nada mesmo para mudar 
haverá uma mudança brusca 
querendo ou não doendo ou não