Bobo

Bobo Ou lobo 
O que comem 
Homem ou homem
Seus antônimos 
Meus sinônimos 

Tolos ou tijolos 
O que constroem 
Destroem por que?
Seus motivos 
Meus mitos 

Ritos e mitos 
o que escrevo 
por que descrevo 
Destruo ou construo 
Homens ou homes 

Jamais sate para fora de si.
Não sera contundente.


Oi... quer algo de nós mesmos ?



Esperto como Esopo. Vemos há nos mesmo,
Como animais em constantes desafios 
para saber quem sabe mais e quanto dura,
Essa fabula que e conviver;

Sou um grande hipócrita que ama essa palavra.
E não sabe o significado  de uma venda 
que esconde os olhos de uma criança
que esconde as doenças de um vicio, 
Como a foto do lado de traz de cigarro 

Esta constante poética,
filosófica da atordoamento 
ao querer ser claro.

Por que nunca seremos 
fãs do homem que incomoda 
com suas questões. (filosofias) 

Hoje todos tem que crescer 
para poder morrer 
sem o menor tempo 
Para poder ver crescer um tomate.

.....

Nada disso é crer ou ser ou crescer... 
ou ver os cartazes dos filmes;
ou ser interrompido  pelo outro 
ser tão louco quanto você dado panfletos:

Oi... em que posso te ajudar ?
Oi... o que queremos de nos mesmo?
Oi... como vai sua historia ?
Oi... quer algo de nós mesmos?

Não obrigado passar bem...
e a unica coisa que queremos também.





Nada lúdico




Subir a montanha para ver o fim
E querer ser um amante da vida!
Todos nos judicialmente feridos 
pela inexistência e jugados ao ser

Quando acordamos não é por algo: 
biológico, mas por um mecanismo 
O mesmo que no leva ao descanso
Que nos mesmos criamos por defesa

Hoje nos ataca em uma questão 
Existe algum outro mecanismo
Então quanto custa onde se encontra
Podemo parcelar. No fim para que serve

A vida sem esse lúdico. 



Quarto Livro dos Provérbios poéticos




                 
    I

Lá onde lar é uma lugar 
Feijão ainda em vagens 
Vadiando em dias verdes 
unido de medo 
Percebo o que é e dou  
De dar dor apenas 


II

O dia de ontem rodou 
Hoje estou entre a duvida
Pensando que fora...
Ontem 
O que eu perdi é a nossa 
nota do tempo
senhora de meu filhos 
Estou vivo sonhando.

III


Onde encontro a ode de você
e flores nascem felizes 
O velho ainda não viveu 
E eu querendo ser Narciso 
A fé nos meus atos 
depois de carregar a montanha 
Percebi que era apenas metáfora


IV


Pensei em cortar os puços 
depois jogar-me no poço 
Com a corda no meu pescoço 
Quando saltar da forma a quebre o osso 
Depois olhar para o escuro 
Com o gosto do verme na boca 
Para ter certeza de que me matei
Tentarei não sonhar
Num sono eterno

V


Um homem sabe o que é 
Depois outro homem 
esse o vê de forma a lutar 
Bom, então que sejamos nos 
Depois outro amigo lhe passa
E esse vem todos os dias 
deixando uma taça
De seu amo! 

VI

Resquício De palavras
Formas de figuras 
ANAGRAMAS 
E poemas de poeira 
Movimento da dama
Já fui um bom 
Enxadristas 

VII


Existe perguntas 
pessoas fazem fofocas
E existem pessoas 
questionando !
Perguntas que foram 
gaguejadas por alguém
Eu faço parodia 
Parece que sei o que pergunto...


VIII


Em numerologia 
qualquer numero serve a qualquer coisa
Em estatística tudo e numero
Quanto eu sinto falta de uma tabuada 
no meu dia a dia 
na vida cotidiana 
Quando me perguntão qualquer coisa



IX


Dunas mares e luas 
um único oásis 
A muito chamado de lar
E lá que quero estar 
Quem caminha no deserto 
O procura e nada mais 
Por que se  atrever a sair 


X


Tu me perguntas 
Hoje eu respondo nada 
e parte de minha resposta 
Para quase tudo de sua pergunta 
Falta algo em nosso 
jogo de palavras 
Já responti




Antes e depois




O que ouve com o tempo 
ele apenas passou ou !
will the end ...
Vai terminar...

E o que esperamos certo
E o que é certo 
The end. 

E depois ?




Quanto tempo.



As pessoas que se surpreende 
Estão cansadas para ouvir e pensar 
Mas as pessoas surpreendentes 
Estão em outro lugar não deixaram 
de falar mesmo cansadas. 

Este são os piores anos de meu ser !

Queira eu que não deixe piorar 
estou cansado e ouvir é apenas olhar
Entendo que instinto é tudo que ser faz 
para sobreviver. Mas sou capitalista 

E viver tem um preço 

Estou indo




Como eu sei que é você ?
Claro que não sei quando 
me dei conta estava ai 
do Seu lado sem querer sair
Fui fraco com a tempos 
esperava ser 

Em que eu estava pensando 
Em ser em esta e sonhar 
Com o feliz momento 
De esta compartilhando 
Um sorriso único 

Amanhã sera tarde 
Hoje já é ...
Mesmo assim estou 
triste de não esta 
ai 


Mudança estrutura de minha sociedade.



Por que sou perguntado de meu estado.
- Como vai? Tudo bem? -
Se a resposta sai como vento de meus lábios 
Bem! Pelo menos acho que estou;
Nada era tão sublime para mim 
quanto a teoria da estruturação das Esferas
Harmônica de nossa sociedade.
Nada era o que dizia:

Ou então a criação de nova vertente das mesma,
- Como vai sua família? -
Se respondo vai bem por onde vai indo 
Bom! Pelo que vejo eu não respondo assim
Não varia com sua assemelhação,
agente que resfria o cotidiano 
Com um bom abraso ou aperto de mão
Sincero e silencioso.

Que nada diz !



      

Sobre-vivencia




Nada se compara a grande agonia 
Até mesmo o surdo medo no cair do sono,
Eterno em toda a sua nostalgia. 
Seria apenas sussurro do ágono 
Moderno de tumultuada fantasia 

Para quem sonha com um ato de virtude 
acordar deveria ser parte do mesmo
E tudo que se refere ao principio
Deveria ser visto como o que lhe da fim.

Nada e tão bom quanto o instinto  
O que vez todos nos inatos.


Aniversários




Quem não esta presente 
dá presente para se representar.
Quem esteve ausente 
não sente a falta que dá;
sempre presenteia quando liga 
de algum lugar.

O que é presente?
E algo que simboliza o agora.
E se manifesta toda a hora.
Sendo aquilo que não pode faltar.

Sentimento é aniversário:
Da vida que se vive numa grande festa.
que não acaba quando se apaga as velinhas
muito menos quando se abre os presentes...








Deus da própria ironia



Contenho-me em esquecer que eu sou irônico 
homem, mestiço, verdadeiro questionador...
Já que não vale o que presa e presado pelo que fale
Faz tanta falta que esquece o seu objeto icônico 

Abandonado por si e mencionado por todos 

Um perdido completo que por si só; se permeia
Ao elogio e a loucura voltado ao criativo,
subverte mundos para depois apaga-los por luxo
Da falta total de seu alto em uma própria crença 

Do que nada vale o valor que a criou:
Um deus da própria ironia







Quem por fogo no mato é procurando de assassinato



Quem foi que botou fogo no mato
não sabia o valor do que tinha ali 
não sentiu falta do rato que morreu 
das aranhas, grilos e minhocas 
Não ficou para observar 
o que restou daquele lugar onde havia 
a arvore e seus cupinzeiros 
o que restou de um ninho de passarinho 
Ou da casa logo assim perto do morro
Não viu os bombeiros;
a família que perdeu dodos os cruzeiros
reunido na forma de lar 
Não estava la.

Aquele quem colocou fogo no mato 
Já quem cometeu um outro ato 
escreveu em seus altos 
E fez do que não viu lei. 
Era assim cego... 
Mas sabia o que era certo

Também não viu que cometeu 
este vil ato de por fogo no mato 
E como fazer o que é certo? 
Existe aquele que me pergunta isto
Eu respondo: Mate quem de lá sobreviveu 
Se não há sobreviventes mate alguém 
algum ente que de lá era responsável 
Sim é algo tirando da arte da guerra 

Quem um dia poderia aceitar tal ideia 
Se tiver uma poderia ser aceitar esta loucura 
Por fogo no mato e ser procurando de assassinato 






Limite de qualquer um



O trabalho me toma 
e as vezes morremos
Sei quem tem força
São aqueles que caem 

Não sombre outros 
Nem sobre si mesmo 
Mas sobre a onda, 
já que todos estão:

No mesmo barco 

Então são poucos 
os que saim andando 
por sua própria conta
E morem na praia. 

Descansados de suas 
vitorias...